Museu de Arte de Sao Paulo

X Bienal De Arquitetura De São Paulo

13 Oct - 24 Nov 2013

X Bienal De Arquitetura De São Paulo
Cidade: Modos De Fazer, Modos De Usar
X BIENAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO
Cidade: Modos De Fazer, Modos De Usar
13 Outubro – 24 Novembro 2013

A escolha dos locais que compõem a rede segue dois critérios básicos: a qualidade dos espaços na relação entre arquitetura e uso e sua acessibilidade por meio da articulação ao sistema de transporte de massa da cidade. Assim, é possível visitar toda a X Bienal a partir de um conjunto multimodal que tem o metrô como espinha dorsal.

"Esta edição da Bienal de Arquitetura propõe uma discussão de extrema relevância, ao abordar as múltiplas possibilidades de pensar e construir a cidade contemporânea, e nelas registrar o necessário espaço para o fazer cultural". Marcelo Mattos Araujo, Secretário de Estado da Cultura.
“É com grande satisfação que o Centro Cultural São Paulo e o Centro de Formação Cultural de Cidade Tiradentes, equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura, integram pela primeira vez a Bienal de Arquitetura. Ambos os espaços associam boa qualidade arquitetônica e funcionalidade, características imprescindíveis de um prédio público de caráter cultural. A oportunidade de sediar atividades deste evento nos alegra, sobretudo, pelo tema escolhida para esta edição, que vai ao encontro com o momento que a cidade vivencia atualmente, que é de autocrítica e busca de novas soluções para antigos e também novos problemas cotidianos. Este é o momento oportuno de reflexão sobre os caminhos a percorrer para alcançar a cidade que queremos e nela a cultura deve ter papel estratégico e preponderante “. Juca Ferreira, Secretário Municipal de Cultura de São Paulo.
“Acolher e potencializar mobilizações para a melhoria da qualidade de vida nas cidades reafirma os compromissos e valores institucionais do Sesc. Ao compartilhar ações e vivências reflexivas e formativas de maneira descentralizada, favorece a efetiva apropriação e protagonismo dos cidadãos em prol da transformação urbana e social”. Miranda também acredita que “para urbanistas, arquitetos e artistas, a questão do pleno direito à cidade deve estar no cotidiano de sua ação, e entendê-la possibilita descortinar uma série de caminhos inspiradores. Ao ocupar diferentes espaços da cidade, esta edição da Bienal, presente em pontos vitais na cena cultural da cidade, multiplica seu conteúdo em um roteiro mais abrangente na cidade”. Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc em São Paulo

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – MODOS DE AGIR
O Centro Cultural São Paulo é a base principal da Rede Bienal, com o conjunto maior de pesquisas e exposições especialmente produzidas para o evento. “Fazer” e “usar” a cidade parecia ser, até pouco tempo atrás, um par dicotômico, que aludia, de um lado, às forças políticas e econômicas que constroem a cidade junto ao desenho do arquiteto e, de outro, ao uso dos espaços urbanos pela população. Hoje, no entanto, está claro que esses polos não se separam, pois usar é fazer e vice-versa, e não daremos conta da complexidade crescente das cidades sem arquitetarmos seus fazeres e usos de maneira dialógica.
Brasil: O Espetáculo do Crescimento
A pesquisa foi realizada a partir de uma viagem às regiões que mais cresceram economicamente nos últimos dez anos, no Norte e Nordeste do país. Esse crescimento foi obtido por meio de atividades econômicas locais (basicamente mineração e agronegócio) e por grandes obras infraestruturais do governo (transposição do Rio São Francisco, usina hidrelétrica de Belo Monte, Mina de Carajás, Ferrovia Transnordestina, Porto de Suape, programa Minha Casa Minha Vida). As cidades visitadas foram: Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, Cabo de Santo Agostinho, Marabá, Parauapebas e Altamira.

Carrópolis
Trata das transformações sofridas pelas cidades – em especial São Paulo – a partir do momento em que o carro se tornou protagonista. Se, no início, o automóvel surgiu como promessa de felicidade, moldando o novo imaginário urbano a partir das experiências de Los Angeles e Las Vegas, ele foi se tornando o grande vilão, criando cicatrizes viárias em meio ao tecido histórico das cidades e puxando seu crescimento horizontal em direção aos subúrbios. Hoje, a consciência sobre o direito à mobilidade como garantia de cidadania pede a revisão urgente do modelo rodoviarista de crescimento urbano, francamente adotado pelas cidades brasileiras.

Detroit: Ponto Morto?
Retrata o declínio da cidade americana de Detroit, que foi sede da indústria automobilística mundial, como símbolo do colapso industrial e fordista. Com a ruína da cidade, proliferam atividades colaborativas ligadas à agricultura de subsistência.

China: O Mundo Renderizado
País que mais cresce dos pontos de vista econômico e urbano, a China apresenta fenômenos intrigantes no cenário atual. De um lado, cidades como Shenzhen, cujos parques temáticos clonam as imagens de vários lugares, e de outro Ordos Kangbashi, construída para 1 milhão de habitantes mas ainda praticamente vazia. Se Detroit é a “cidade fantasma” do passado, Ordos é seu equivalente no futuro.

Densidade
A densidade é um atributo cada vez mais crucial para a sustentabilidade das cidades em um planeta superpovoado. Hoje, em um mundo que se urbaniza de acordo com taxas muito altas, a construção em massa forma e reforma radicalmente as cidades latino-americanas, africanas e, sobretudo, asiáticas.

O Rio do Futuro de Sergio Bernardes
Com um rico material iconográfico, que se relaciona com o Rio de Janeiro de hoje e de amanhã, apresentado na exposição RioNow, recupera o legado visionário do arquiteto carioca, com um projeto urbano abrangente para o Rio de Janeiro, publicado na revista Manchete em 1965.

RioNow
Aborda as transformações urbanas em curso no Rio de Janeiro em função de grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Como já ocorreu em cidades como Barcelona e Berlim, esse processo tem mobilizado arquitetos e investidores de várias gerações e latitudes, que apostam em diferentes modelos de parcerias com empresas, instituições e corporações nacionais e transnacionais de poder econômico e político para viabilizar novos projetos e negócios. Mas que opções têm sido apresentadas para o modelo altamente predatório que domina as grandes cidades hoje?

Espaço Público e Ativismo
Recupera e apresenta registros e mídias (fotos, vídeos, cartazes, faixas) resultantes da onda recente de protestos que tomou as ruas de várias cidades do mundo, incluindo material do movimento “Occupy Wall Street”, de Nova York, e das manifestações recentes no Brasil, desencadeadas pelo Movimento Passe Livre. O objetivo é discutir possibilidades concretas para a construção de práticas sociais e projetuais, alinhadas com novas formas de ação política, que encontram no espaço público sua esfera primordial de ação.

Segurança como Direito à Cidade
Aborda a questão da segurança pelo aspecto afirmativo, isto é, pelo uso intenso dos equipamentos e espaços públicos da cidade, por oposição às ideias de proteção, vigilância, encarceramento e exclusão. Serão mostrados exemplos de projetos e obras em Medellín (Colômbia), Cidade do Cabo (África do Sul), Nova Délhi (Índia) e Rio de Janeiro (Brasil).

Adeus, Robin Hood
Foca na demolição do conjunto habitacional Robin Hood Gardens, em Londres, obra emblemática do casal Alison e Peter Smithson, dois dos membros mais ativos do Team X. A recente – e fracassada – campanha internacional pela preservação da obra é contraposta ao ideal que funda o projeto original, fruto de um rico debate crítico sobre arquitetura e cidade no pós-guerra.

Revisitando os Grandes Conjuntos
É uma combinação de projetos habitacionais em Paris, Saint-Nazaire e Bordeaux de autoria de Druot, Lacaton & Vassal e trabalhos fotográficos de Mathieu Pernot, contendo imagens de cartões-postais dos conjuntos residenciais modernos na periferia de Paris e fotos de sua demolição.

O Copan que Não se Vê
O Copan é o edifício mais francamente metropolitano de São Paulo. Nos trabalhos aqui apresentados, uma rede quase invisível de relações humanas e sintáticas desloca a atenção do edifício para seu uso, aludindo a uma quantidade excessiva de elementos e histórias que não cabem nem mesmo em um prédio gigante.

Praça das Artes
Inaugurada três décadas depois do Sesc Pompeia e do Centro Cultural São Paulo, essa obra de escala urbana renova a presença de uma inteligência arquitetônica na construção da cidade de São Paulo, reaproximando de forma aberta e porosa os modos de fazer a cidade aos modos de usá-la.

De que Leis É Feita a Verticalização em São Paulo?
Concebida no contexto dos recentes debates em torno da revisão do Plano Diretor de São Paulo, enfoca a polêmica questão da verticalização. Para regrar a especulação do mercado e garantir o interesse público na construção da cidade, um dos melhores instrumentos que temos são as normas. Mas para que servem as leis? A quem interessa que as normas produzam ou não boas cidades?

The Banality of Good
Apresenta uma série de seis cidades exemplares que foram planejadas nas últimas seis décadas. Os ideais dessas cidades serão apresentados por meio de grandes alegorias em seis trípticos de madeira que representam os sonhos e as realidades das cidades.

Actions: What You Can Do with the City
Pesquisa iniciada pelo Canadian Centre for Architecture em 2007, a exposição – composta de 99 projetos selecionados de cenários urbanos contemporâneos e produzidos por um grupo grande e diverso de ativistas – apresenta ideias influentes e sagazes que revelam abordagens inesperadas sobre o “urbano”.


MASP – MODOS DE ATRAVESSAR
Relaciona a produção de importantes artistas e arquitetos brasileiros na virada dos anos 1960 para os 1970, em torno da promulgação do AI-5. São eles: Vilanova Artigas, Paulo Mendes da Rocha, Lina Bo Bardi, Hélio Oiticica e Cildo Meireles. O tema são os constantes atravessamentos entre as esferas pública e privada no Brasil, na forma de casas pensadas como espaços urbanos e instalações artísticas ambientais em lugar público concebidas para ser usadas de modo subjetivo e doméstico. Os elementos do asfalto e da praia, presentes nos diversos trabalhos, encarnam a imagem metafórica das duas principais áreas coletivas no Brasil: a rua e a praia.

MUSEU DA CASA BRASILEIRA – MODOS DE HABITAR
Instalado no antigo solar da família Silva Prado, o Museu da Casa Brasileira tem realizado exposições sobre diversas tipologias ligadas ao “morar” no Brasil. Reforçando essa vocação da instituição, procuramos situar aqui uma série de experiências ligadas ao programa habitacional, tanto no Brasil quanto no exterior, em um arco temporal que vai dos anos 1970 até hoje.

CASA-BOLA: O PROCESSO
A Casa-Bola é a mais contundente experiência arquitetônica da contracultura no Brasil. A obra foi criada por Eduardo Longo entre 1974 e 1979 como protótipo de uma unidade de habitação industrializada, imaginada como módulo de hipotéticos edifícios de apartamentos.
A cápsula esférica materializou uma mudança radical na carreira do arquiteto: ela é fruto da autocrítica de Longo, que, no rescaldo de maio de 1968, passou a reprovar o modo de vida corrente, levantando bandeiras contra o consumo excessivo e o desperdício de recursos na construção civil – temas atuais não apenas para a arquitetura, mas também para toda a sociedade.
Na ocasião, Longo era um estrelado e criativo projetista, outsider no debate arquitetônico brasileiro. Contudo, sua viagem particular possui paralelos com autores estrangeiros, como Buckminster Fuller, Yona Friedman e os metabolistas japoneses. Após fechar seu escritório, Longo começou a destruir a própria casa-escritório, na Rua Amauri, em São Paulo, alimentado pelo misticismo e pelo uso de drogas.
Em um processo autofágico muito raro no ambiente arquitetônico, ele deglutiu as próprias ruínas de concreto para alimentar a nova fase de sua obra. De forma simbólica, usou a cobertura inclinada de sua antiga casa-escritório como suporte para construir a morada esférica.
Mais do que um projeto acabado ou um exemplo-síntese da rica trajetória de Longo, a casa-bola é um processo, ininterrupto e inacabado, de mais de 40 anos de trabalho. Ali, é possível observar sua investigação em busca de uma visão urbanística e ecológica particular, simultaneamente aos resquícios da primeira parte de sua trajetória, cuja casa-escritório era um exemplar interessante.
Eduardo Longo é apresentado aqui na figura de narrador em primeira pessoa, utilizando sua voz, sua emoção e seu acervo para relatar esse processo em que obra e autor são indissociáveis.

CASA MORIYAMA
A Casa Moriyama é uma experiência radical de explosão das fronteiras entre o público e o privado, ou entre o urbano e o doméstico. Situada em um bairro tradicional de Tóquio, com ruas estreitas e volumetria uniforme, a casa não ocupa o lote de maneira convencional. Pois, ao invés de edificar um bloco sólido sobre o terreno, Ryue Nishizawa explodiu o programa doméstico em um fractal de cubos brancos com alturas variáveis. Assim, para se passar de um bloco ao outro é preciso não apenas enfrentar a intempérie, como também atravessar uma área semipública: pátios e jardins que não se separam fisicamente das calçadas da cidade. E até o sanitário se configura como um pequeno bloco de vidro apenas ligeiramente vedado por uma cortina branca.
Essa disposição fragmentária e celular responde à intenção de criar uma forma mais aberta e flexível de organização da casa, já que o proprietário pode optar por expandir os seus domínios em múltiplos ambientes, ou por dispor de vários deles para o aluguel, criando uma comunidade de vizinhança feita de células individuais.
O olhar da fotógrafa Valentina Tong captou a vida dessa casa em um momento claramente cotidiano, distinto do que normalmente vemos em publicações de arquitetura. Surpreende, aqui, o caráter quase rural dos pátios e jardins, com suas hortas improvisadas, restos de folhas, fios passando de forma desorganizada, e objetos de uso cotidiano abandonados. A sofisticação dos materiais empregados, bem como do mobiliário, contrasta com a terra e o mato, assim como o minimalismo sofisticado do design destoa da improvisação em forma de acúmulo que baliza o uso do espaço: tijolos, blocos e livros empilhados, servindo de apoio para outros objetos.
Em um dos pátios vemos a terra revolvida, com folhas e pás de jardim fincadas em torno de uma mancha mais escura. Será a cova de um cão recém-enterrado? Será a plantação de uma nova árvore? Difícil saber. Na organização ultraexposta e sempre cambiável dessa casa, muitos segredos parecem persistir, atestando o fato de que a privacidade e a publicidade são dimensões que transcendem a forma construída.

MINHA CASA MINHA VIDA
Quando lançado pelo governo federal, em março de 2009, o programa Minha Casa Minha Vida tinha como meta a construção de 1 milhão de unidades habitacionais para famílias com renda de até dez salários mínimos.
Gerido pelo Ministério das Cidades e operacionalizado pela Caixa Econômica Federal, o programa foi apresentado como modelo inédito de política habitacional e justificado com base em dois argumentos: a necessidade de redução do déficit habitacional brasileiro, concentrado nas regiões metropolitanas, e o combate à crise econômica internacional, por meio do estímulo à indústria de construção civil.
As críticas não tardaram. A reedição da ideologia da casa própria, a desconsideração em relação aos avanços na área de habitação social no Brasil, a falta de pensamento urbano, a reprodução da lógica do mercado imobiliário, a ausência de variedade e inventividade espacial, tipológica e construtiva, a ênfase no dimensionamento mínimo e o descompromisso em termos de sustentabilidade social e ambiental foram alguns dos pontos frágeis do programa, levantados por muitos arquitetos e urbanistas.
Outro ponto bastante criticado foi a opção de entregar não só as obras mas também os projetos às construtoras, contratadas diretamente pela Caixa Econômica, em um modelo que envolve parcerias com estados, municípios, empresas e entidades sem fins lucrativos. Excluídos inicialmente do processo, os arquitetos começam a apresentar opções para os conjuntos de péssima qualidade já construídos em várias cidades do Brasil.
O conjunto de propostas aqui reunidas é um instantâneo deste momento. Mais do que um ou outro projeto, mostra a disposição de arquitetos do Brasil e do exterior para lidar com o desafio atual de projetar habitação social de qualidade no país, em diálogo com uma política habitacional e urbana cujos problemas seguem tão crônicos quanto alarmantes.

CENTRO UNIVERSITÁRIO MARIA ANTONIA – MODOS DE SER MODERNO
Propõe um balanço e a revisão do legado moderno no Brasil. Inclui o rico material fotográfico da construção de Brasília selecionado pelos artistas Michael Wesely e Lina Kim. Trata-se do maior e mais importante trabalho de pesquisa e recuperação de imagens de Brasília, exposto pela primeira vez em São Paulo.

ASSOCIAÇÃO PARQUE MINHOCÃO – MODOS DE NEGOCIAR
Traz o registro da história do High Line em Nova York e uma apresentação de projetos artísticos sobre o Minhocão em São Paulo. O apartamento onde está a exposição se localiza em frente ao Minhocão, na mesma altura do elevado. A visita oferece, portanto, atrativos distintos durante a semana, quando a pista é tomada por carros, e aos domingos, quando o elevado se torna um parque de concreto e asfalto a céu aberto.

SESC POMPEIA – MODOS DE COLABORAR
A exposição é composta de uma rede internacional de coletivos de arquitetos, urbanistas e artistas, estúdios de arquitetura e design, escolas e universidades que adotam posturas colaborativas, visando a transformar e melhorar sua cidade. Inclui residências-colaborações em parceria com o Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes e o Teatro Oficina, conversas, palestras e oficinas, que acontecem entre setembro e novembro, com o resultado compartilhado no Sesc Pompeia.

PRAÇA VICTOR CIVITA – MODOS DE FLUIR
É um núcleo dedicado aos projetos de infraestrutura urbana que tratam da questão das águas. A relação de uma cidade com seus recursos hídricos é sempre central para seu planejamento, pela proximidade com o mar, por ser cruzada por rios e outros cursos de água ou mesmo pelas mais básicas questões de abastecimento. São apresentadas praças, parques e até cidades inteiras que trazem em seus desenhos um indissociável liame entre desenho urbano, paisagem e infraestrutura.
PROJETO ENCONTROS – METRÔ PARAÍSO – MODOS DE ENCONTRAR
Reúne ações e percursos exploratórios de São Paulo e de outras cidades, como o projeto Safari, do São Paulo Lab/Rede Studio-X Columbia University (Nova York), que apresenta mapeamentos da fauna e flora de regiões pelas quais passam redes metroviárias em Nova York, Pequim e São Paulo, e a exposição interativa usando a hashtag #modosdeusaracidade.

MOSTRA DE CINEMA – MODOS DE VER
O programa de filmes que a Mostra Internacional de Cinema e a X Bienal de Arquitetura de São Paulo prepararam para o vão livre do Masp reúne nove títulos gravados na capital paulista, escolhidos, entre muitos, para ver a cidade e notar também os modos pelos quais ela foi e é vista. O programa cobre um arco de 84 anos, período no qual São Paulo se transformou radicalmente.
 

Tags: Lina Bo Bardi, Yona Friedman, Buckminster Fuller, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Mathieu Pernot, Michael Wesely